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Décadas de história

Década de 60

A década de 60 será sempre lembrada pela eclosão de movimentos estudantis em todo o mundo. Em Curitiba, com seus mais de 400 mil moradores na época, também tivemos a participação dos estudantes em passeatas e protestos. Mas uma outra idéia revolucionária de alguns jovens iria transformar o ensino da capital paranaense. No 19º andar do Edifício Asa, eles inauguravam o Curso Dom Bosco, preparatório para o vestibular de engenharia. Uma idéia de ensino que deu tão certo, que o número de alunos aumentou numa progressão geométrica. Para abrigá-los, um novo endereço: a Rua Pedro Ivo. Três anos decorreram-se e o Dom Bosco cresceu ainda mais. No Edifício Cláudia da Galeria Andrade, ele preparava os alunos que desejavam ingressar na faculdade de medicina. Uma feliz coincidência: o endereço era próximo da Universidade Federal do Paraná. A dedicação desses alunos era tamanha que eles não paravam de estudar nem aos domingos. Por isso, estudar de verdade virou uma marca de quem estuda no Dom Bosco.

Década de 70

Enquanto o Brasil experimentava o milagre econômico e um crescimento vertiginoso, Curitiba também crescia em grande velocidade. O momento era de grandes mudanças urbanísticas, com a construção de prédios modernos, a criação das linhas exclusivas de ônibus expressos e a Rua XV transformada em primeiro calçadão do país. Estes foram alguns sinais da confirmação de uma vocação antiga da cidade: implantar inovações. Neste mesmo caminho, o Dom Bosco também confirmava sua capacidade de inovar e seu potencial de escola do futuro. Além de sua evolução pedagógica, o Dom Bosco inaugurava a sua sede própria na Avenida Vicente Machado, que junto com o colégio da Rua Emiliano Perneta, Ensino Médio, Fundamental e a Educação Infantil, apresentavam um novo padrão de ensino à toda comunidade curitibana.

Década de 80

Curitiba chegou nesta década ao seu primeiro milhão de habitantes. Junto com esta marca, muitas mudanças no cenário urbano: shopping centers, construção de novas áreas de lazer e a implantação do conceito de cidade ecológica. Então, enquanto a cidade investia na sua qualidade de vida, o Dom Bosco  investia na qualidade do ensino e infra-estrutura. E assim, o bairro do Ahú, e na seqüência o das Mercês, receberam duas novas unidades do Colégio Dom Bosco. Mas as fronteiras do saber não têm limites geográficos, e o Brasil inteiro passou a conhecer nossos valores. Com a criação da Editora Dom Bosco, centenas de escolas em todo o território nacional conheceram o material didático produzido por nossa instituição. Nesta década também conhecida pela resgate dos nossos direitos políticos, a consciência política da cidade fez da Praça Osório, o Calçadão da XV e Boca Maldita, o cenário do primeiro comício nacional pelas Diretas-Já. Foi nesse ambiente de um novo país que o Dom Bosco projetou um crescimento ainda maior.
 

Década de 90

Curitiba chega aos seus 300 anos como sede de uma região metropolitana com 24 municípios, uma grande industrialização e os desafios de cuidar de uma população de 1,5 milhão de pessoas. O Dom Bosco cresce no mesmo ritmo, e duas novas sedes passam a receber seus alunos. A primeira na Avenida Cândido de Abreu, e um ano após, na Emiliano Perneta. No bairro do Ahú, foi inaugurada uma sede exclusiva para a Educação Infantil. Nasce a Gráfica Dom Bosco, responsável pela impressão de todo o seu material didático. Nesta década, a cidade rendeu-se ao encanto das flores do Jardim Botânico e aos espetáculos na pedreira Paulo Leminski e na Ópera de Arame. E nossos alunos se renderam ao método de ensino e a dedicação de uma instituição já identificada com os movimentos culturais e sociais, da capital do Paraná e do país.

Século 21

Numa metrópole, cujas fronteiras já se confundem com os municípios vizinhos, são muitos os desafios para criar um cenário de desenvolvimento permanente. É por isso que Curitiba e o Grupo Dom Bosco não podem parar de evoluir para acompanhar tantas mudanças. Enquanto a cidade e sua região metropolitana já ultrapassavam no início desta década os 2 milhões de habitantes, o Dom Bosco já concluía dois projetos muito bem planejados: a nova sede do Colégio no Bairro Batel, e a criação da Faculdade Dom Bosco, abrindo as portas da instituição para o  ensino superior. Para o Dom Bosco, a certeza de ter chegado até aqui com os seus valores ainda mais renovados é uma grande vitória. É mais um capítulo que está sendo escrito no grande livro da vida, em que continuamos atuando como personagens de novas e importantes páginas que se abrem a cada dia.